FAMÍLIA,...PROJETADA POR DEUS PARA SER BÊNÇÃO!
O que temos ouvido e aprendido, e nossos pais nos têm contado, não os encobriremos aos seus filhos, contaremos às gerações vindouras sobre os louvores do Senhor, seu poder e as maravilhas que tem feito. Porque Ele estabeleceu um testemunho em Jacó e instituiu uma lei em Israel, ordenando aos nossos pais que os ensinassem a seus filhos; para que a futura geração os conhecesse, para que os filhos que nasceriam se levantassem e os contassem a seus filhos, a fim de que pusessem sua confiança em Deus e não se esquecessem das suas obras, mas guardassem seus mandamentos” ( Sl 78.3-7)
Sempre começo este artigo destacando um versículo-chave. Hoje não posso fazer isso. Sou obrigado destacar diversos versículos que contém uma mensagem única, completa, forte e contundente reafirmando a verdade encimada neste título.
Chegou mais um Mês da Família e, com ele, nosso projeto de usá-lo para tentar abençoar esta instituição que, como estes versículos mostram, foi criada por Deus para ser bênção na transmissão da “sã doutrina”, das “sagradas letras”, da “fé uma vez entregue aos santos”, da experiência que cada um teve com Deus, das maravilhas que cada geração testemunhou do Senhor, de geração em geração. A sociedade está doente porque a família está na UTI. Veja este texto de Ruy de Castro, publicado na Folha de São Paulo de 27/04/09, com o título de: O PAÍS DOENTE.
“Na quinta-feira da outra semana, no Rio, um bebê de quatro meses foi levado pela mãe e pela tia a um hospital da zona oeste com sinais de brutalidade pelo corpo. Ao examiná-lo, os médicos encontraram fraturas antigas e recentes em seus braços, pernas e clavícula, além de hematomas por espancamento. A mãe acusou o marido; este a acusou de volta. Os vizinhos falaram das constantes brigas do casal e do choro da menina. Pai e mãe foram presos.
Também naquela quinta, em Goiânia (GO), outra menina, de nove meses, foi atacada a tesouradas pela mãe e sofreu várias perfurações antes de ser salva pelo pai, que arrombou a porta do banheiro onde a mulher se trancara com o bebê. A mãe disse ter recebido “ordem de Deus para sacrificar a criança”. Horas depois, na mesma Goiânia, um PM reformado espancou a filha de um ano e um mês porque ela “se recusava a falar”. A mãe do bebê tentou intervir e também foi agredida.
Dois dias depois, em Santana do Livramento (RS), uma mulher de 42 anos matou os dois filhos, de oito e seis anos, com tiros na cabeça, e se matou em seguida do mesmo jeito. Amigos atribuem seu desespero ao fato de estar separada do marido, sem pensão, com dois filhos para criar e a mãe doente.
No mesmo dia, em Porto Ferreira (228 km de SP), outra mulher, 57, foi acusada de espancar seus netos, uma menina de quatro anos e um menino de dois, usando uma chave inglesa. As crianças sofreram graves ferimentos na cabeça e fraturas nas mãos. Ao ser neutralizada pelo marido, a mulher, que toma remédios “controlados”, tentava se enforcar com uma meia de nylon”.
Você pode dizer: o que isto tem a ver com a família cristã? Tem e muito! Todos sabem que estas tragédias e tantas outras não têm poupado nem mesmo a chamada “família cristã”; visto que, ela mesma, tal como o salmo acima adverte (vers. 8) “...se tornou como seus pais, geração teimosa e rebelde, geração inconstante, cujo espírito não foi fiel para com Deus”. Razão pela qual Efraim perdeu a bênção, e foi cortado da aliança com Deus; e Judá, o remanescente, teve que passar pelo cativeiro babilônico para não ser extirpado também.
Amados do Senhor, vamos investir em nossas famílias, fazendo com que nossa fidelidade seja a garantia de que a próxima geração ?nossos filhos, sejam portadores das bênçãos de Deus; bem como a geração dos nossos filhos ?nossos netos, seus continuadores.
Pr. Genevaldo Edino de Souza Bertune,
Primeira Igreja Batista em Pouso Alegre, MG
Última atualização (Seg, 21 de Fevereiro de 2011 15:44)



